Várias
barreiras, no entanto, têm o potencial para retardar o
desenvolvimento de IdC. Os três
maiores
são a implantação do IPv6, a alimentação dos sensores e um
acordo sobre os padrões.
-
Implantação do IPv6: O mundo ficou sem endereços IPv4 em
fevereiro de 2010. Embora não tenha tido real impacto ao público em
geral, essa situação tem o potencial para reduzir a velocidade do
progresso da IdC, pois os, potenciais, bilhões de novos sensores que
exigiram endereços IP exclusivos. Além disso, o IPv6 faz a gestão
da redes mais fácil devido à sua capacidade de configuração
automática, além de oferecer funcionalidades de segurança
melhoradas.
-
Alimentação dos Sensores: Para IdC atingir seu pleno potencial,
sensores terá de ser auto-sustentável. Imagine que mudar as
baterias em bilhões de dispositivos implantados em todo o planeta e
até mesmo no espaço. Obviamente, é impossível. O que é
necessário é uma forma de sensores para gerar eletricidade a partir
de elementos do ambiente, como vibrações, luz e fluxo de ar. Em uma
significativa descoberta, cientistas anunciaram um nanogerador
- um chip flexível comercialmente viável que usa os movimentos do
corpo, tais como o aperto de um dedo para gerar eletricidade na "241º
National Meeting & Exposition of the American Chemical Society"
em Março de 2011.
-
Padronização: Embora muito progresso tenha sido feito na área da
padronização da IdC, é preciso mais, especialmente nas áreas de
segurança, privacidade, arquitetura e comunicação. A IEEE é
apenas um das organizações trabalhando para resolver estes
desafios, assegurando que os pacotes IPv6 possão ser roteado através
de diferentes tipos de rede.
E
além da IEEE, algumas grupos já estão tentando firmar um padrão
para IdC, entre eles:
-
A AllSeen Alliance, composta por empresas como: LG, Sharp,
Panasonic e Sony, trabalha no desenvolvimento de um sistema de
comunicação entre dispositivos diferentes.
-
A EPCGlobal, da qual o Auto-ID Labs faz parte, trabalha em uma rede
focada em tag's RFID.
-
O IoTivity que é hospedado pela Linux Foundation e financiado por
empresas como Samsung e Intel, e tem foco em desenvolver uma
tecnologia open-source.
-
Além da Google, que no Google I/O desse ano, anunciou um sistema
baseado em Android para o uso na IdC, além de um novo protocolo para
comunicação entre os sistemas da marca.
Referências:
EVANS,
D." The Internet of Things: how the next evolutivon of the
intenet is changing
everything".<http://www.cisco.com/web/about/ac79/iot/index.html>.
Acesso em 18 de Nov. 2015.
Linux
Foundation. "IoTivity Open Source Project Announces Preview
Release".
<http://www.linuxfoundation.org/news-media/announcements/2015/01/iotivity-open-source-project-announces-preview-release> Acesso
em 18 de Nov. 2015.
Müller,
L. "Brillo:
o novo sistema operacional da Google para a 'internet das coisas'"
<http://www.tecmundo.com.br/google-i-o-2015/80685-brillo-novo-sistema-operacional-google-internet-coisas.htm>
Acesso em 18 de Nov. de 2015.
Swedberg,
C. “Norsk Lastbaerer Pool Inserts RFID Into the Norwegian Food
Chain <http://www.rfidjournal.com/articles/view?8137>.
Acesso em 18 de Nov. de 2015.
A Internet das Coisas conecta ativos remotos e fornece um fluxo de dados entre eles e sistemas de gerenciamento centralizados.
ResponderExcluirTodavia, existem alguns desafios além dos pontuados nesse artigo. São eles:
• Segurança.
• Empresa.
• Privacidade do consumidor.
• Dados.
• Gestão de armazenamento.
• Tecnologias de servidores.
• Rede de Data Center.